100 Réis 1936 do Brasil Tamandaré – História, detalhes e valor

Home/America do Norte e do Sul / 100 Réis 1936 do Brasil Tamandaré – História, detalhes e valor

100 Réis 1936 do Brasil Tamandaré – História, detalhes e valor

A peça de 100 réis cunhada entre 1936–1938 integra a série conhecida como Brasileiros Ilustres, dedicada a personalidades históricas. O exemplar de 1936 traz no reverso o retrato do Almirante Joaquim Marques Lisboa — o Marquês de Tamandaré — e no anverso uma ancora estilizada que divide a denominação. É uma moeda de circulação relativamente comum no acervo de colecionadores brasileiros, mas com variantes (incluindo erros de cunhagem) que despertam interesse especial.

Introdução

A peça de 100 réis cunhada entre 1936–1938 integra a série conhecida como Brasileiros Ilustres, dedicada a personalidades históricas. O exemplar de 1936 traz no reverso o retrato do Almirante Joaquim Marques Lisboa — o Marquês de Tamandaré — e no anverso uma ancora estilizada que divide a denominação. É uma moeda de circulação relativamente comum no acervo de colecionadores brasileiros, mas com variantes (incluindo erros de cunhagem) que despertam interesse especial.

Ficha técnica (resumo)

  • Período: 1936 (série 1936–1938).
  • Denominação: 100 réis.
  • Composição: cupro-níquel (copper-nickel).
  • Peso: ≈ 4,5 g (algumas fontes indicam 4,62 g, variação por referências).
  • Diâmetro: ~19–20 mm.
  • Espessura: ~1,8 mm.
  • Borda: lisa.
  • Alinhamento: medalha (rotacional).
  • Referência de catálogo: KM# 536 / Amato V-140 (dependendo do catálogo).

Observação: pequenas discrepâncias numéricas ocorrem entre catálogos (ex.: 19 mm vs 20 mm, peso 4,5 g vs 4,62 g). Essas diferenças normalmente vêm da forma como cada referência arredonda ou de variações entre tiragens.

Desenho e autores

  • Anverso: ancora e denominação (design funcional que valoriza o tema marítimo).
  • Reverso: busto do Marquês de Tamandaré; a peça fez parte da homenagem aos “Brasileiros Ilustres”.
    Algumas fontes atribuem os trabalhos artísticos a gravadores/designers da época (consulte catálogos especializados para créditos precisos segundo ano).

Tiragem e variantes

  • A série foi cunhada em vários anos; a tiragem varia por ano. Por exemplo, listagens de venda e catálogos apontam números diferentes conforme a emissão (há referências de milhões de exemplares para emissões posteriores, enquanto primeiras emissões têm tiragens menores). Para colecionadores, o ano exato e o estado de conservação são determinantes para o valor.
  • Variantes/erros: existem exemplares com erros de cunhagem (ex.: rotação de cunho/inclinada, cunhagens defeituosas) que são procurados e normalmente valorizados acima das peças comuns.

Valor numismático (faixas orientativas)

Aviso importante: preços de moedas variam muito por estado de conservação (G = gasto, VF = muito bom, EF = excelente, UNC/SOB = soberba/sem circulação), por disponibilidade no mercado e pela presença de variantes ou erros. Os valores abaixo são indicativos com base em anúncios, leilões e catálogos consultados — sempre confirme com avaliador/loja especializada antes de vender/comprar.

  • Peças circuladas (G–VF): frequentemente vendidas por valores modestos em sites e lojas (na casa de R$20–R$100, dependendo do estado).
  • Peças em excelente / sem circular (EF–UNC/SOB): podem atingir faixas mais altas (com anúncios comuns entre R$50–R$200; preços em lojas e leilões variam).
  • Peças raras / com erro / provas / exemplares especialmente flor de cunho: essas podem ter prêmios significativos — alguns erros ou provas históricas podem valer bem mais, em casos excepcionais chegando a valores muito superiores (depende da raridade e demanda). Exemplos de páginas de venda/colecionadores mostram que erros chamam atenção e são destacados como “peças especiais”

Como avaliar uma peça (dicas práticas)

  1. Conservação (grau): o fator mais importante. Riscos, desgaste nas altas-relevos do rosto/âncora e limpeza agressiva reduzem muito o valor.
  2. Autenticidade: observe peso, diâmetro, metal e borda; comparar com uma ficha técnica ajuda a identificar falsificações.
  3. Variante/erro: identifique se há rotação de cunho, dupla cunhagem, falhas — erros devem ser documentados e, preferencialmente, autenticados por um especialista.
  4. Procure múltiplas referências de preço: lojas, leilões, catálogos (KM/Amato/Bentes) e comunidades de colecionadores (Numista, uCoin, mercados especializados). Isso mostra o “preço de mercado” atual.

Onde buscar mais informação e precificação

  • Catálogos online e comunidades: Numista, uCoin, NGC Price Guide e lojas/leiloeiras numismáticas locais. Essas fontes trazem fichas técnicas, imagens comparativas e às vezes histórico de preços.

Conclusão

A 100 réis de 1936 é uma peça atraente para quem coleciona moedas brasileiras — tem desenho simbólico ligado ao tema naval e faz parte de uma série histórica. Para a grande maioria das moedas encontradas em circulação, o preço é acessível; contudo, variantes, provas ou erros podem alcançar valores substanciais. Se tem uma peça e quer saber o valor exato, recomendo: (1) avaliar o estado de conservação com um profissional, (2) comparar em catálogos confiáveis e (3) procurar ofertas recentes de venda/leilão para a mesma data/estado.

100 Réis 1936 do Brasil Tamandaré
100 Réis 1936 do Brasil Tamandaré